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Mostrando postagens de setembro, 2018
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Objetividade Minha língua, transmitida de forma rebuscada Necessita ao lado manual de instrução São os meteoros metafóricos Que abrem portas à interpretação Ao bel-prazer de quem está eufórico. Sem más criticas a tão bela escrita. Porém, a comunicação simples é tão objetiva Talvez seja até mais fácil tocar ao coração Com palavra doce e de suavidade efetiva. ( Flavio Gaffrée Pacheco )
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Se ir Há ocasiões onde Carecemos nos despojar da porção extra De exigências que nos dispomos. Mirar a  medida  d'alma que tolera, e acariciá-la. Em nenhuma circunstância chefiaremos o destino Há um atalho? Quem sabe uma verdade Façamos hoje algo Porventura protegeremos A sorte pela vereda que avançaremos. ( Flavio Gaffrée Pacheco )
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EMPATIA Não há fuga, não há flanco para olhar e não me aperceber em distinto vivente, tudo vira revérbero do que aprecio ou causa asco, tudo é imediatamente transformado ao gostoso, desgostoso, absorvido ou repudiado. ( Flavio Gaffrée Pacheco )
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Cegueira Estão confundindo as coisas Por manipulação? Ser bom agora significa usar a espada Por má-fé? O próximo é julgado a todo momento Gostaria que o pretérito não fosse esquecido Muito mais que uma interrogação Centenas ou quem sabe milhares de incertezas Bilhões de neurônios à disposição A principal questão não sai da caixa craniana Qual a natureza atrativa ao homem Para se dispor do despeito? Não existindo padrão de importância Só há prazer em ter mais do que o outro Detesto que julguem o que não é conhecido A razão foi ofertada ao humano Para levá-lo ao crescimento comum Neste momento sou eu quem está falando Tenho que tirar esse medo do peito Meu irmão vive na ignorância Uma quase meiga infância A crença no herói feito Pessoas adultas com atitudes de criança Formação mal-educada Velho pensamento como papel amassado Difícil leitura com tanta ruga Alguém quer ou faz questão de entender? Respeito ...
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Escrevo Sim Eu poderia me expressar de forma normal Mas o normal às vezes é tão formal Quero ser entendido Bem ou mal O mais será revelado Só pra quem gosta de tempero Ou apenas um pouquinho de sal. ( Flavio Gaffrée Pacheco )
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Que horas sai o jantar? Estão destruindo o que é mais sagrado O sonho, esperança, o futuro do povo sofrido De nosso povo mais humilde Dinheiro de corrupção Com assinaturas públicas De cidadãos eleitos e outros não Obstinados pelo poder Levando o caos à toda Nação Como fica o estudo do meu filho? Onde levo minha mãe doente? O que minha família vai comer? Quero trabalho é o que pensa o miserável Não quero doação Ser humilhado todos os dias já me basta Cadê o lote para eu carpir   Ter que pedir para comer é muita dor Há cimento em cima Pintado também por outro coitado Que usou qualquer cor Meu país parece ter me abandonado Acabei de virar estatística para a TV O jornal lhe mostra a polícia me dando porrada Você ainda comenta querendo boquejar   Mas vira pra sua esposa e pergunta Que horas sai o jantar? ( Flavio Gaffrée Pacheco )
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Intencionalmente “Minha mão direita nunca maltratará meu olho esquerdo Tanto quanto minha mão esquerda Jamais furará meu olho direito Pois o Eu Sou É um Todo” " Flavio Gaffrée Pacheco "
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Grandes olhos O vampirismo se faz místico Se mostra transcendental Mágico Ilusório. Sendo praticado por pessoas Que escondem sua natureza Mostram o que fazem Não o que são Muito sutil Nada notório. A míngua é produzida por seus olhos A força do outro é sugada Arrebatadoras dores A vítima sofre no corpo Sente a alma sendo surrada. (Flavio Gaffrée Pacheco)
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Livre Mercado Não destruam minha alma Pois já venderam minha carne Entregaram meu suor Nada mais é calma Canção sem campo harmônico feita em Dó Menor. Nada é normalidade É só torpor Deixem minha alma Pois não tenho mais carne Em minha calma está o amor Para o meu corpo já vendido no mercado   É tarde. ( Flavio Gaffrée Pacheco )